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domingo, 11 de abril de 2010

Os Jedis e suas Cabras

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Bem galera, sei que estou em débito com o blog já que faz um "tempinho" que não escrevo por aqui. Sendo bem sincero, tenho até algumas histórias pra contar pra vocês, mas o problema é que não to conseguindo arranjar tempo (e nem força de vontade) pra escrever.
Pra não falar que não tenho escrito nada, praticamente todas as semanas tenho escrito alguma crítica de algum filme para o Almanaque Virtual. Abaixo vou colocar a análise do filme Os Homens que Encaravam Cabras que foi publicada no site, na semana em que o filme foi lançado. Recomendo o filme! Fiquem com a análise:

Os Jedis e suas Cabras



"Tem mais verdade nisso do que vocês jamais acreditariam". É com esta frase que Homens que encaravam cabras (The Men Who Stare At Goats, 2009), dirigido por Grant Heslov, se inicia. O jornalista Bob Wilton (Ewan McGregor) resolve virar correspondente de guerra no Iraque em busca de uma boa história. Lá ele conhece Lyn Cassady (George Clooney), um homem misterioso que afirma fazer parte de uma unidade especial do exército norte americano chamada de "Exército da Nova Era", composta por soldados paranormais. A missão de Cassady é procurar Bill Django (Jeff Bridges), o criador da unidade militar, que está desaparecido.



O filme possui um roteiro, de certa forma, tão excêntrico quanto os personagens nele inseridos, pois explora uma história recheada de contratempos e alguns exageros. Apesar disso, por mais absurdas que algumas situações apresentadas possam parecer, é muito comentado que ocorreram experiências no campo paranormal para utilização militar, na guerra fria, por exemplo. Talvez nem tudo seja tão absurdo assim e é referente a esse pensamento que a frase que inicia o filme faz referência.



Um ponto relevante a ser ressaltado são as muitas referências à franquia de George Lucas: Guerra nas Estrelas. A primeira referência diz respeito ao fato de os soldados que compõem o Exército da Nova Era se chamarem, entre si, de jedis. Não somente o nome é parecido, mas também o estilo de vida, já que todos os soldados membros dessa unidade paranormal vivem como os jedis, ou seja, pregam a disciplina, crescimento espiritual, sabedoria e a harmonia com o universo a sua volta. Para agradar ainda mais os fãs da franquia, há também referências a própria "força", já que os jedis deste filme também dela utilizam, de maneira um pouco menos eficiente e mais cômica, como por exemplo: dissipar nuvens ou parar o coração de uma cabra apenas com a força do pensamento. A própria presença de Ewan Mcgregor no elenco, que atuou como o jedi Obi Wan Kenobi na nova trilogia de Guerra nas Estrelas, é uma referência a se valorizar.



A história não é linear, sendo que o flashback é um recurso bastante utilizado durante o decorrer do filme, pelo qual é mostrado ao espectador o princípio do Exército da Nova Era e dos seus jedis. É através dessa ferramenta que passamos a conhecer melhor os personagens de George Clooney, Jeff Bridges e Kevin Spacey. A atuação do quarteto não decepciona: Clooney continua chamando atenção pelo seu carisma; Spacey agrada a todos com seu personagem sarcástico; Bridges vive um militar hippie, o que não torna necessário maiores explicações; e para finalizar, McGregor demonstra não ficar para trás dos seus companheiros de elenco já premiados.

Durante alguns momentos do filme são levantadas algumas questões sobre conhecer a si mesmo e viver bem com o mundo a sua volta, ainda assim, trata-se de uma comédia com piadas rápidas e que, algumas vezes, não se sustentam. Com certeza é um tipo diferente de comédia que talvez não agrade a todos, mas entretém com sucesso. No final das contas, encarar cabras pode ser mais esclarecedor e divertido do que imaginamos.

Nota: Jaca de Prata! (?!?! Eim?!)

terça-feira, 16 de março de 2010

A queda do paraíso

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Bem, o texto abaixo é uma análise que fiz do filme Legião (2010) que originalmente seria publicada no Almanaque Virtual essa semana. Ela não vai mais ser publicada porque a imprensa liberou a notícia de que o filme não mais estrearia nas salas de cinema do nosso país. Dessa forma, o filme será lançado diretamente em DVD. Porntato, fiquem com a análise do filme:



Legião vem com uma proposta diferente para o apocalipse (mais uma). Pelo menos em um ponto é inovador, já que o apocalipse não é causado por catástrofes naturais ou profecias. Dessa vez, o motivo para o fim da raça humana é o fato de que Deus perdeu a fé na humanidade e envia seu exército de anjos para exterminar a todos.

A história do filme se desenvolve a partir da abdicação do arcanjo Miguel (Paul Bettany), o anjo da fé e da justiça, do seu posto como general dos exército divino com o objetivo de tentar salvar a humanidade, cuja esperança, segundo ele, se encontra no filho de uma garçonete grávida. Ela trabalha em uma lanchonete, chamada de “Paradise Falls” (os trocadilhos não poderiam ser esquecidos) que se localiza na beira de uma estrada, em um ponto isolado, e é o local onde o filme se ambienta praticamente em toda sua extensão. A partir do ponto em que Miguel alerta as pessoas que se encontram nessa lanchonete sobre o apocalipse, incluindo os funcionários e as pessoas que estavam no local por alguma eventualidade, inicia-se uma luta para garantir a sobrevivência do bebê que está prestes a nascer.

A visão costumeira de que demônios entram no corpo de pessoas deixando-as descontroladas e com aspectos monstruosos é deixada de lado e abre espaço para que os anjos sejam os responsáveis para isso. Vale salientar que há momentos no filme que possuem caráter cômico, ao passo que seriam mais válidos se tivessem um ar de terror. Como exemplo disso, temos a cena de uma velhinha possuída que começa a andar pelo teto da lanchonete, ou outra cena em que um sorveteiro possuído começa a se movimentar como uma aranha. Se a tentativa do diretor e roteirista Scott Stewart era de garantir algumas risadas no meio de um cenário apocalíptico, ele foi bem sucedido.


WTF???

Durante o filme inteiro temos Miguel e os outros humanos matando pessoas possuídas por anjos. Nos primeiros dez minutos de projeção já conseguimos entender que o arcanjo Miguel consegue fazer tanto estrago quanto o próprio Rambo. A ação do filme é constante e de certa forma cansativa. Apesar disso, vale o destaque na luta final entre os arcanjos Miguel e Gabriel. Com certeza a cena de ação mais empolgante do filme.

Legião
prometia ser um filme inovador e interessante, mas possui um roteiro fraco e uma história que não se desenvolve objetivamente. A mistura de ação com um pouco de “zombie horror” e elementos da religião cristã tinha muito a oferecer, mas infelizmente acaba deixando e muito a desejar.

NOTA: MERDA FODA

Abaixo, fiquem com o trailer do filme:

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Brains...

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Vampiros, lobisomens, mulheres barbadas, múmias e fantasmas sempre estiveram inseridos na sociedade em que vivemos através de histórias que são passadas de geração em geração. Não é novidade que um dos mitos mais explorados e difundidos é sobre os Zumbis. Tenho que confessar que é um tema que sempre me fascinou. Sempre achei muito divertido aqueles seres desprovidos de racionalidade cujo principal objetivo é se alimentar incessantemente de carne humana.

O mito sobre os zumbis (ou mortos vivos) é bem antigo. Segunda a lenda são pessoas que morreram, mas por ação de um sacerdote vodu foram trazidos de volta à vida e se converteram em escravos desses magos. A partir dessa história da carochinha alguns caras com bastante criatividade inseriram essas lendas em filmes, quadrinhos, livros e jogos de videogame. Vou falar um pouco desse mito inserido nessas áreas.

Zumbis nos Cinemas



Esse pôster merece uma salva de palmas!

Quem nunca assistiu um filme de zumbi? Tá bom, tá bom. Se você é uma patricinha que só assiste comédias românticas com o Ashton Kutcher talvez você não tenha assistido a um filme de zumbi. George A. Romero (o pai zumbi) é conhecido por ter uma filmografia extensa inserida dentro do gênero de zumbis e não decepciona. Toda essa putaria com zumbis no cinema começou em 1968 com o filme A Noite dos Mortos Vivos (Night of the Living Dead)em que, sem mais nem menos, os mortos acordam loucos para comer um churrasco de seres humanos. Este foi o principal filme que "deu cores" à mitologia dos mortos vivos que conhecemos hoje. Seguindo adiante na cronologia temos outros clássicos como: Madrugada dos Mortos (Dawn of the Dead), em 1978; O Dia dos Mortos (Day of the Dead), em 1985; O Retorno dos Mortos Vivos (The Return of the Living Dead), no mesmo ano; e um porrilhão de outros filmes do mesmo gênero. Podemos destacar a refilmagem de "Madrugada dos Mortos" em 2004 que, para mim, é um dos melhores filmes do gênero. Outro destaque importante e o motivo por eu estar escrevendo este post é o filme Zumbilândia que estreou nos cinemas a duas semanas atrás. Um excelente filme de zumbis que consegue, com sucesso, mesclar os gêneros terror e comédia. O filme em si é muito divertido, o que me fez lembrar de Todo Mundo quase Morto (Shawn of the Dead), outro filme que mescla os dois gêneros com sucesso (e na minha humilde opinião, um dos melhores filmes de comédia já feitos), mas já vou dizendo que só vai agradar quem realmente gosta do estilo.


AHHHHHHHH! UMA GORDA ZUMBI!!!!

Zumbis nos Quadrinhos



Só tenho uma coisa pra dizer: Walking Dead. A história foi criada e escrita por Robert Kirkman e conta a história de um grupo de pessoas tentando sobreviver em um mundo aonde a maioria se tornou Zumbis. É muito envolvente e intrigante. Com certeza mais uma ótima pedida principalmente para fãs de quadrinhos e fãs de zumbis.

Zumbis nos Livros



O guia de sobrevivência a Zumbis - Proteção total contra os mortos-vivos. Não preciso dizer mais nada. Escrito por Max Brooks,o livro é simplesmente um manual de como você deve agir caso o mundo seja "invadido" por zumbis. O autor vai fornecendo vantagens e desvantagens de quais tipos de armas usar para enfrentar um zumbi (desde armas de fogo a armas brancas), locais para se esconder, veículos para usar e até mesmo relatos "verdadeiros" de ataques de zumbi pela história, desde a época do Egito Antigo até a atualidade (no Brasil rolou dois ataques). Os detalhes desses seres tão "queridos" vão sendo esmiuçados pelo autor de uma forma divertida e interessante. Para quem não tem pressa para correr atrás do seu manual para sua sobrevivência, logo abaixo se encontram umas informações básicas oferecidas pelo livro:

1. Organize-se antes que eles despertem!
2. Eles não sentem medo. Por que você deveria?
3. Use sua cabeça: corte a deles.
4. Lâminas não precisam ser recarregadas.
5. Proteção ideal: roupas apertadas, cabelos curtos.
6. Suba a escada, mas destrua ela depois.
7. Saia do carro, suba na moto.
8. Mantenha-se em movimento, fique escondido, fique quieto, fique alerta!
9. Nenhum lugar é seguro, apenas ainda mais seguro.
10. O zumbi pode ter ido embora, mas a ameaça permanece.

O PAPO DE JACA RECOMENDA A TODOS A SE PREPARAREM PARA UM ATAQUE ZUMBI

Zumbis nos videogames



Vou ser apedrejado se não começar falando da franquia Resident Evil, jogo de survival-horror que arrebanhou uma legião de fãs do mundo inteiro. Basicamente é um jogo de zumbi com uma história muito extensa que se extende em livros, filmes e histórias em quadrinhos. Com certeza uma revolução no mercado de jogos de ficção científica e horror. Eu publiquei uma análise do mais novo lançamento da franquia, Resident Evil 5, no Almanaque Virtual. Quem quiser dar uma olhada, basta clicar aqui .
Outro jogo interessante que é mais recente e merece destaque é Dead Rising. A história do jogo envolve Frank West, um foto jornalista que investiga um incidente, na cidade fictícia de Willamette, Colorado, a qual é infestada por zumbis. Você controla o personagem, dentro de um shopping (influências de Romero?) e deve sobreviver a qualquer custo, ao mesmo tempo que deve descobrir os segredos por trás do ataque. Você pode usar praticamente qualquer coisa que você encontrar para se defender, desde um carrinho de supermercado à armas de fogo.



Zumbis na música

Sem palavras pra isso. Com vocês, o falecido, Michael Jackson:



E pra finalizar apresento a minha versão zumbi:


Gatinho, ou não?

domingo, 29 de novembro de 2009

Vampiros gays, lobisomens depilados e garotas suicidas

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Sim meus caros, é nessa onda de vampiros que lança a segunda parte da saga Prepúcio Crepúsculo nos cinemas do mundo todo. Desde que o primeiro trailer de Lua Nova foi divulgado na internet, fãs loucas e gordinhas manifestaram sua paixão pela franquia criada pela escritora Stephenie Meyer. Com o lançamento do filme não foi diferente. O sucesso da série se evidenciou mais uma vez com "um porrilhão" de fãs histéricos que invadiram as salas de cinema na última semana.



Bem, me dirigi ao cinema para assistir esse fenômeno do mundo gay e pré-adolescente mais uma vez incentivado pela vontade de rechaçar o longa metragem. Se você é um fã xiita da saga Crepúsculo, por favor, pare de ler por aqui. Não me responsabilizo por você se sentir ofendido.

Pra começo de conversa, "Lua Nova" se mostrou muito superior ao filme que o precede. Talvez, o fato da produção obter mais verba nesse segundo filme, que foram utilizados em gastos exorbitantes (principalmente no pagamento do cachê dos atores), tenha ajudado a isso. Não sei, mas foi essa a impressão que tive quando saí da sala de cinema. "Lua Nova" é melhor do que "Crepúsculo", o que não quer dizer que seja bom!

Não vou fazer uma análise técnica do filme. Dessa forma, tentarei me focar apenas na história.

O mote de Lua Nova se inicia com o vampiro gay que brilha como porpurina no sol Edward abandonando sua amada Bella. Ele descobre que não irá poder protegê-la sempre e dessa forma pega seus paninhos de bunda e cai fora da vida dela.
O chute no traseiro que a Bella levou a faz entrar em depressão. O vampiro que ela tanto amava havia caído fora e ela não tinha mais notícias dele (e nem da família do mesmo). Imagino que na cabeça dela pensava: "O que será que o Edward está fazendo nesse momento? Será que ele conheceu outras garotas? Será que ele está pegando alguma vampira mais gostosa do que eu?", e é com isso que ela se afunda no poço de merda.

Por mais da metade do filme vemos Bella tentando arranjar alguma forma de correr perigo, pois descobre que todas as vezes que está prestes a fazer algo que envolva risco a sua vida, o "fantasma" de Edward aparece pedindo pra que não faça nada estúpido. Venhamos e convenhamos, as maneiras que ela arranja pra correr perigo são muito ridículas. Vou dar destaque para a primeira delas que é quando um motoqueiro desconhecido chama ela pra dar uma volta na "garupa" dele (entendam isso como quiserem) e a mesma aceita.

É dentro de um poço de solidão e melancolia que surge a figura de Jacob, o índio que mais tarde descobrimos que é um lobisomem. Jacob torna-se o melhor amigo de Bella e é por causa dele que a mesma esquece por alguns momentos a opção de se matar. A partir daí que o triângulo amoroso se forma na saga:
Jacob ama Bella;
Bella ama Edward;
Edward ama Jacob Bella;


Não, ele não usou bomba...sei.

Jacob demonstra para Bella que ele a ama também e quer que ela esqueça o vampirinho viadinho. Por que não? O cara tem até mais músculos do que o vampiro! Vale ressaltar que Bella fica passando a mão no corpo do Jacob o filme inteiro.
Já que entramos na questão do físico do Jacob, vamos lá. Taylor Lautner ganhou uma quantidade ABSURDA de músculos na transição entre os dois filmes. De menino magricela ele passou para uma montanha de músculos. Peço que as fãs me desculpem mas aquilo não é academia nem aqui nem na casa do caralho. A receita pra todo aquele crescimento é BOMBA DE CAVALO, pura e simplesmente. Chega a ser irritante para o tanto que apelam para o físico desse cara (que só tem 17 anos, vale lembrar!) durante TODO o filme.


Lobisomens depilados que ficam aparecendo desse jeito o filme inteiro!

Bem, que Stephenie Meyer consegue FODER com todo tipo de mitologia isso é verdade. A cagada da vez são os lobisomens. Aquela coisa toda de se transformar na Lua Cheia é coisa do passado, agora a moda é se transformar quando você fica nervosinho. A produção do filme pegou um bando de índios apaches, os depilaram e fizeram interpretar supostos lobisomens.

Vou ressaltar uma cena do filme que me deixou indignado. A primeira vez que Jacob se transforma em lobo na frente de Bella é quando vai protegê-la de outro lobisomem. Bella dá uns tapas na cara deste, que fica putinho se transforma e vai pra cima dela. Jacob aparece e começa a descer um cacete no amigo. Nessa hora eu jurava que ia sair uma cena de porrada sensacional e não foi o que aconteceu. Eles, brigando, vão para dentro da floresta e depois aparecem em uma casa de praia, juntos, se abraçando! QUE PORRA É ESSA? Tavam brigando e depois fizeram sexo de reconciliação dentro da mata, é o que eu digo.

Em uma das tentativas da Bella de se matar (ou pelo menos ficar brincando com a morte) a família Cullen acha que ela realmente se matou. A vampira gostosa, Alice, vai até a casa dela e descobre que Bella não estava morta, só é retardada o bastante pra assustar todo mundo. Quem não sabe que ela está viva é Edward (que estava de férias no Rio de Janeiro), o qual resolve ir pra Itália pedir para um clã de vampiros da realeza, os Vulturi, para o matar. A vida dele não faz sentido sem Bella, por isso resolve dar um fim nele mesmo.


Edward no seu momento Vera Verão!

Blá Blá Blá! Bella fica sabendo que Edward vai tentar se matar, pega um voo para a Itália e impede o amado de tentar fazer uma besteira. Fica aparecendo toda uma ceninha com os Vulturi (que aparentam ser mais machos que a família dos Cullen já que se alimentam de humanos mesmo! Como vampiros de VERDADE!), o Edward tomando MUITA porrada de um segurança vampiro, e a Dakota Fanning que aparece por uns 5 minutos e fala 4 frases.


Os Vulturi

Pra terminar, Bella volta para sua casa junto com Edward. Eles vão poder ser felizes para sempre porque ela terá que se transformar em vampira. Jacob aparece pedindo para que Bella não fique com aquele vampiro queima rosca, mas não adianta. Bella está apaixonada por Edward. A filha-da-puta passa o filme inteiro alimentando o jacob de esperanças pra que no final ela dê um fora nele. Na real, eu fiquei puto pelo lobisomem! Que vadia!

Bem, Lua Nova termina com Edward pedindo Bella em casamento. Wathever, saca?

Continuo achando a saga uma merda! Continuo achando que vampiro que é vampiro tem que morrer e ir pro inferno quando vai pro sol, e não brilhar como uma porpurina humana! Continuo achando que lobisomens se trasnformam só em lua cheia e provavelmente não ficam andando por aí o tempo inteiro de shorts e sem camiseta. Continuo achando que todos fãs dessa merda são histéricos porque meninas loucas não paravam de gritar no cinema. Pré adolescentes gemiam loucamente quando viam o Jacob ou o próprio Edward sem camisa. Essa merda de franquia acaba com toda a mitologia das histórias de fantasia. Mais um "Harry Potter" de vendas (apesar de considerar que esse deixe Crepúsculo no chinelo)! Mais um....quer saber, foda-se!

terça-feira, 23 de junho de 2009

A personalidade no cinema

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O Cinema é uma revolução na cultura mundial. Através de projeções de fotogramas (quadros) de maneira rápida somos rodeados por um universo completamente novo de experiências e emoções. Dentro do cinema tudo é possível e é dele que tiramos várias influências para a nossa vida. Não sei quanto vocês, mas eu particularmente sou e fui muito influenciado pelo cinema.

Abaixo vou colocar uma listinha simples de alguns filmes que eu adoro e que influenciaram muito minha vida. Isso não quer dizer que é a lista fechada dos filmes que mais gosto, é claro que faltaram vários filmes importantes, mas quis focar meu objeto de análise nesses daí. Vamos à lista:

O Poderoso Chefão (The Godfather)




Não poderia começar essa lista com um filme melhor. O Poderoso Chefão é O clássico. Em uma trama envolvente conhecemos a família Corleone, uma poderosa e influente família da máfia italiana nos Estados Unidos. Don Corleone (Marlon Brando) é o chefe da família costuma apadrinhar várias pessoas, realizando importantes favores para elas, em troca de favores futuros. Com a chegada das drogas, as famílias começam uma disputa pelo promissor mercado. Quando Corleone se recusa a facilitar a entrada dos narcóticos na cidade, não oferecendo ajuda política e policial, sua família começa a sofrer atentados para que mudem de posição. É nessa complicada época que Michael (Al Pacino), um herói de guerra nunca envolvido nos negócios da família, vê a necessidade de proteger o seu pai e tudo o que ele construiu ao longo dos anos.

O filme é baseado na obra literária de Mario Puzzo e é levado para as telonas pelo lendário Francis Ford Coppola, que mesmo sendo um diretor novo quando fez esse filme (tinha 33 anos) mostrou que possuía os dotes como um cineasta que marcaria a história do cinema. As atuações de Marlon Brando e, é claro, Al Pacino se apresentam como um dos pontos fortes da película. Suas atuações são brilhantes e cativantes e alavancam o potencial do roteiro.



O enredo é forte e não deixa a desejar em nenhum momento do filme. Envolve o espectador com a atmosfera do enredo transportando emoções dos personagens para nós. Pode parecer simples, mas a trama é complexa, e não basta apenas assistir ao filme apenas uma vez para captar todas as mensagens que o mesmo passa. Posso dizer que uma mensagem do filme que influiu em muito em mim é sobre a Família. Brinco que em "O Poderoso Chefão" está todo um manual de como ser um homem em sua vida desde seus papéis como pai, marido e filho. Devemos sempre nos manter fiéis aos amigos, fiéis ao espírito familiar, fiéis a nós mesmos. Devemos respeitar e preservar nossa própria dignidade. É um filme "forte" de conteúdo, e um referencial nas maiores obras-primas do cinema.

Mantenha seus amigos perto, e seus inimigos mais perto ainda

Clube da Luta (Fight Club)



"É um soco na mente". Essa frase, descrita na parte de trás do DVD, resume todo o filme em si e o que esperar dele. Jack (Edward Norton) é um executivo que trabalha como investigador de seguros, tem uma boa vida financeira, mas sofre com problemas de insônia. Para tentar se curar, ele começa a freqüentar terapias em grupo, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando ele conhece Tyler (Brad Pitt). Com ele, forma um clube da luta, onde pessoas são amigas, mas se esmurram violentamente em algumas noites. Tudo ganha propósitos maiores quando as coisas começam a ficar loucas e surreais.



Pode ser dito com todas as palavras que é um dos filmes mais "cultuados" da atualidade. Quem não assistiu ao Clube da Luta não entende qual o sentido da vida e não passou pelas provações que o Clube nos entrega. Não há muito o que se falar deste filme de David Fincher pois até hoje trata-se de um mistério para a maior parte das pessoas. É assustador, surreal e ao mesmo tempo atraente. O filme fala sobre a necessidade que nós temos de sermos ouvidos no interior de uma sociedade em que as pessoas estão mais preocupadas com uma vida abstrata e idolatrada pelo consumismo, que nos faz esquecer de quem realmente somos. Talvez exista um Tyler Durden dentro de cada um de nós, pronto para aflorar e mostrar a verdadeira face de cada um que a máscara social impede que visualizemos.

O direitor brinca com mensagens subliminares, tanto visuais quanto sonoras e chegando a ser contraditoriamente belo pela originalidade com que retrata a situação humana e com que provoca o espectador.

Somos uma geração sem uma Grande Guerra. Uma geração sem uma Grande Depressão. Nossa guerra é espiritual. E nossa depressão são nossas vidas.


Donnie Darko




Donnie Darko é o típico adolescente perturbado de classe média. Após escapar por pouco da morte por ter ouvido um coelho do tamanho de um homem adulto, Donnie é convencido por este mesmo coelho, de aparência perturbadora, a criar o caos. O filme é um quebra-cabeça temporal, e pode ser interpretado sob diferentes formas.



Um filme de suspense que se passa no interior da mente de um adolescente ezquizofrênico já diz muita coisa de si mesmo. Pode-se esperar um filme no mínimo bizarro com muitas nuances de perturbação psicológica. Adoto a postura de que os fãs que mais se atraíram por esse filme acabaram por se identificar por características do personagem principal, ou seja, são perturbados mentais (me incluo nessa).

Jake Gyllenhal no papel de Donnie mostra a fluidez do personagem, seus conflitos psicológicos inseridos em uma realidade difícil. A personalidade dos personagens da trama é muito bem desenvolvida e o roteiro soube explorar bem essa característica. Não é a toa que o filme se tornou um "cult moderno". Nem sempre as coisas saem como deveriam e as vezes temos que nos sacrificar por aqueles que nos amamos, e por nós mesmos.

28 dias, 6 horas, 42 minutos e 12 segundos...o mundo irá acabar.

Uma Outra História Americana (American History X)



Derek Vinyard (Edward Norton) era o líder de uma violenta gangue racista, até ser preso e reavaliar seus conceitos. Quando sai, vê que seu irmão mais jovem está trilhando o mesmo caminho, e Derek tenta impedir que ele cometa esse terrível erro.



Edward Norton mostra cada vez mais que em filmes sólidos ele sabe cumprir seu papel, e pelo que noto na minha lista de filmes ele pdoe ser considerado um dos melhores atores na minha concepção. No papel de um neonazista ele se depara mais uma vez com o conceito de família, mas dessa vez colocamos em destaque os valores morais assumidos por cada um de nós e suas consequências no futuro. Um filme de reflexão sobre nossos limites, nossas influências, nossos caminhos que seguimos e aonde eles nos levarão no futuro. Um final surpreendente e chocante.

Um filme pesado quanto a violência e conteúdo psicológico. Uma cena marcante do início do filme já mostra o que se pode esperar.

Aqui dentro, você é o crioulo


Oldboy



Oh Dae-su é um homem comum, por estar alcolizado ele é levado a uma delegacia. Quando sai liga para e esposa e depois desaparece.Quando percebe esta em uma estranha prisão, que na verdade é um quarto de hotel onde há apenas uma TV ligada, no qual recebe pouca comida e respira um gás que o faz dormir diariamente. Através do noticiário da TV ele descobre que é o principal suspeito do assassinato brutal de sua esposa.Sem conseguir sair de lá ele prepara seu corpo e sua mente para sobreviver à pena que está sendo obrigado a cumprir sem saber o porquê.



Oldboy talvez seja um dos vários exemplos que mostram o quanto o cinema asiático se desenvolveu e vem cada vez mais se desenvolvendo ao longo do tempo. Eles não se resumem a caras lutando Kung-fu, e tem sim o potencial de fazer filmes tão bons quanto o "Clube da Luta". Oldboy faz parte deste time. O diretor mostrou sua criatividade na narração da história brincando com a câmera, mostrando ao espectador sequências de cenas empolgantes e muito bem feitas. Segue Aqui uma das mais eletrizantes sequências de ação já apresentadas na história do cinema presente no filme.

A questão que colocamos em cheque com esse filme é a busca por nossa personalidade, perguntarmos quem nós realmente somos e quem são as pessoas a nossa volta, e principalmente perguntamos o que é a vingança. Já diziam os Klingons: "A vingança é um prato que se come frio". A vingança é a motivação pela qual pode nos mover em determinados momentos de nossas vidas e ela nunca trará algo que nos fará bem, como aparentemente pensamos que faria. As coisas podem se resolver melhor por outros meios.

Sorria e o mundo sorrirá com você. Chore e chorarás sozinho.

domingo, 12 de abril de 2009

Dragon Ball FAIL

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Eu tentei gostar...juro

Direção: James Wong
Roteiro: James Wong
Elenco: Justin Chatwin (Goku), Jamie Chung (Chi Chi), Eriko Tamura (Mai), Joon Park (Yamcha), James Marsters (Piccolo), Chow Yun-Fat (Mestre Roshi), Emmy Rossum (Bulma)

Sinopse: O herói Goku (Justin Chatwin) tenta cumprir a promessa que fez ao seu avó antes dele morrer. Goku precisa reunir as sete bolas do dragão e impedir que o vilão Piccolo (James Marsters) utilize esse poder para dominar o mundo.



Quando fui assistir Dragonball Evolution no cinema, juro que joguei todos os meus preconceitos para trás e pensei: "Vou me divertir com esse filme. Relaxe! É só um filme". Com um estado de espírito no mínimo "Zen" entro na sala de cinema e como esperava, parte da minha infância foi jogada em um bueiro. Como já havia dito Akira Toriyama em uma entrevista, após ter assistido ao filme: "Para que gostem do filme, tratem como um Dragonball em uma realidade alternativa". E é isso o que aconteceu, uma realidade alternativa com os mesmos personagens.

Para começar, a primeira coisa que me chamou a atenção foram a quantidade excessiva de cortes de cena. Nenhum quadro de câmera se prolongava por mais de 30 segundos, e isso de certa forma deixou tudo mais irritante e ininteligível. Em virtude deste fato tudo pareceu muito rápido no filme. Em menos de 1 minuto, por exemplo, Yamcha conhece, entra em conflito e vira super amigo de Goku e Cia. Muitos fatos para se desenrolarem em apenas 90 minutos de projeção faz com que o filme não consiga se desenrolar harmônicamente.

O filme não se compromete em explicar o que está acontecendo, apenas "joga" idéias na cara do espectador e espera que ele compreenda por conta própria, e é aí que entram os fãs de Dragonball, pois somente estes entenderão o desenrolar da trama. Creio que o medo do diretor em desagradar aos fãs fez com que colocasse centenas de referências do mangá no filme, mas esquecendo-se completamente de públicos diferentes que podem não conhecer Dragonball. As piadas prontas são tão rápidas e artificiais (fazem referência ao mangá) que se desconectam do ritmo do filme, deixando tudo mais estranho. Essa falta de explicações irrita até mesmo quem é fã do clássico da animação japonesa pois queríamos ver uma adaptação de qualidade.

O elenco ajudou ainda mais a carimbar o fracasso que foi DBE. Talvez não por culpa dos atores mas sim pelo papel que eles estavam representando. Como disse antes, tudo aconteceu tão rápido e sem explicação que nem mesmo os atores sabiam os personagens que estavam encarnando. Até o ator Chow Yun-Fat (que eu admiro muito) pareceu confuso com seu papel. Mesmo assim, fez com que Mestre Kame tenha sido o personagem melhor retratado na adaptação. Vale lembrar também que James Masters (interpretou Picollo) deve ter aparecido em (no máximo) 15 minutos de filme sendo que 10 falas (no máximo) vieram da boca dele. Até mesmo as lutas do filme não tinham empolgação nenhuma, quando esperei pelo melhor em Goku x Picollo, tudo o que pude ver foram 6 poderezinhos e um Kamehameha. Ou seja,personagens, falas, história ... tudo pareceu artificial demais.


O Picollo nem ficou tão "feio" assim

Resumindo tudo, saí decepcionado com DBE apesar de realmente achar que eles poderiam ter feito melhor. Se eles não tivessem se afobado em fazer um filme "exclusivamente" para os fãs de Dragonball (esses fãs pervertidostaradospiromaníacos de DB) e se preocupassem em desenrolar a trama calmamente, talvez, o filme ficasse "aceitável". Eu queria me divertir e nem isso aconteceu. Quero assistir ao filme uma segunda vez e tentar me descontrair mais de detalhes técnicos (irritantes). E torço para que enfiem a idéia de fazer uma continuação no...

NOTA: INFÂNCIA JOGADA NO LIXO


AVISO: ESTE FILME GANHA O CARIMBO DE FAIL DO ANO, PELO PRÓPRIO JACA

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Lentos e Irritantes

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O que se acontece quando você não tem mais idéias para filmes com temáticas diferentes e tramas variadas? Bem, acontece que você começa a estender uma franquia infinitamente, mesmo esta não possuindo a menor pretensão de pedir por uma continuação.Velozes e Furiosos foi lançado (seu primeiro filme) em 2001 pelo diretor Rob Cohen, mostrando às pessoas um novo modo de "brincar com carros". Sua continuação em 2003 não agradou ao público e fez com que o seu personagem principal perdesse "credibilidade". Em uma trama diferente, em 2006 foi lançado Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio com novos personagens e um ambiente novo. Querendo reviver as emoções do primeiro filme, Velozes e Furiosos 4 chega aos cinemas com o elenco original...e decepciona.

Velozes e Furiosos 4 tem início com Dominic Toretto e sua namorada Letty de volta à ação. Ainda procurado pela polícia americana, Toretto continua praticando assaltos em estradas, agora na República Dominicana. Quando descobre que a polícia está fechando o cerco, Toretto abandona Letty para se refugiar em outro país. Quando descobre que Letty foi assassinada,Dom decide voltar aos Estados Unidos para descobrir o que aconteceu, e reencontra o agente do FBI Brian O’Conner envolvido na mesma investigação. Mais uma vez os dois se veem envolvidos a criarem uma aliança.


Paul Walker e seu "falso carisma"

O fato de os espectadores já conhecerem a personalidade dos personagens do filme dá espaço para a ação começar a se desenrolar mais rápido no filme. Um detalhe a ser salientado, é o episódio da franquia que mais apela para as cenas de ação, podendo agradar alguns. A relação entre os personagens Brian e Don novamente é posta a prova, deixando no ar um tom dúbio. Isso acontece pois as oscilações de "amor e ódio" entre os dois é constante no filme. Um verdadeiro exemplo de casal moderno.


Mulheres e carros tem de sobra

Carros envenenados (incluindo o famoso Skyline dirigido por Brian), mulheres sensuais e alta velocidade são os elementos que podem ser encontrados em todos os quatro filmes (e com certeza estão presentes neste), então consegue agradar (ou não) ao público a qual é dirigido, pelo menos nesse aspecto. Um filme precário em termos cinematográficos, direção amadora (dessa vez a cargo de Justin Lin) e roteiro recheado de clichês é o que será encontrado ao entrar na sala de cinema para assistir Velozes e Furiosos 4. A atuação por sua vez também deixa muito a desejar, decepcionando até mesmo os fãs mais "abastados" da série. Paul Walker, cada vez mais, se mostra um ator desprovido de carisma; enquanto isso, Vin Diesel, tímido diante das câmeras, deixa a desejar em todos os sentidos de atuação (ao contrário do primeiro filme da franquia, que o ator mostra bastante carisma em seu personagem).

Apresentando um final no mínimo "ridículo", Velozes e Furiosos 4 mostra que a franquia não tem mais sentido em continuar. Dizer que falta originalidade seria um elogio, chega a irritar. Até mesmo o público, o qual é dirigido o filme (os quais não são muito exigentes...digamos...limitados) será capaz de reprovar. Só esperamos agora aguardar a confirmação de que NUNCA mais serão feitos novos filmes da série.

NOTA: DINHEIRO JOGADO FORA

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Maior FAIL da história

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Pôster do maior FAIL dos FAILS

Eu queria fazer esse post após confirmar as minhas expectativas a respeito do filme Dragonball Evolution. Essas expectativas, óbvio, não são nem um pouco positivas. O que está me levando a realmente escrever a respeito é que agora a pouco estava conversando com um amigo supermegahiperultrablast fã de Dragonball. Em nossa discussão, enquanto eu dizia o fracasso que o filme será meu amigo chorava como um bebê e revidava dizendo argumentos que tentassem me convencer de que o filme seria bom.

Um pequeno pedaço da conversa foi desse jeito, só para vocês terem a dimensão do assunto:

Pedro Lobato - Esse filme vai ser um fracasso. Você tem noção de qual nota o site ***** (não vou dizer o nome do Site. Eles não me pagam nada pra divulgá-los) deu para o filme? 3,7 !!! Eles tem que enfiar esse filme no buraco da lixeira deles!

Fã depressivo de Dragonball - Ah cara! Eu li que foi o 2º maior sucesso da história do cinema na China. E o 3º maior sucesso no Japão...


O falso Goku tendo um orgasmo enquanto segura seu bastão e bola

Eu me recuso a continuar apresentando argumentos deste porte aqui no meu blog. Nem eu merecia ler este tipo de argumento inconsistente. Mas tudo bem, eu respeito essa pessoa como um amigo, só estou colocando o exemplo dele para ilustrar o que acontece quando um filho de uma puliça de algum estúdio decide dar a maldita idéia que vai, literalmente, cagar em nossa infância.

Imagine-se você no lugar do meu amigo. Sua infância sedentária e solitária foi compensada somente por aquele desenho sem pé nem cabeça que alegrou um momento da sua vida. Aquilo é o símbolo da vida (que você não teve)! O que pensaria se visse sua infância inteira ser destroçada na sua cara?! Eu acho que entraria em desespero. No meu caso, isso aconteceria se fizesse um filme em Live Action de Cavaleiros do Zodíaco, e enquanto nenhum retardado teve a idéia de fazer um filme sobre isso, estou feliz. Pois bem, o fato é, você não quer acreditar (com todas as suas forças) de que aquilo tudo, que você perdeu horas da sua vida (em vez de estar brincando com "pessoas"), vai pro bueiro.

Não quero entrar em detalhes sobre o filme, porque isso só vou fazer após assistir ao mesmo. Vocês poderão conferir uma crítica minha aqui no Papo de Jaca quando isso acontecer (adivinha que nota vou dar...). Só vou dizer que valeu a pena ter visto o filme se a Bulma mostrar os peitos(como no mangá).


Desenho pra criança né?! Boa desculpa...

Vejam o trailer do filme abaixo:


O trailer até que ficou bem feito. Mas isso não muda o fato que vai ser o maior FAIL da história.

OBS: Se você não tem idéia do que seja DRAGONBALL, esse post não valeu nada para sua vida.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

28 dias 6 horas 42 minutos 12 segundos...

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"S. Darko, continuação do clássico cult Donnie Darko teve sua primeira foto divulgada. A imagem você confere abaixo, ela traz a protagonista Samantha Darko com um macabro coelho, similar ao que aparece no primeiro filme. O filme deve ser lançado diretamente em DVD, nos EUA."



Essa foi a notícia que saiu antes de ontem. uma continuação do filme Donnie Darko (2001), simplesmente um dos meus filmes favoritos.

Donnie Darko


Ficha Técnica:
Título Original: Donnie Darko
Gênero: Terror
Tempo de Duração: 80 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
Site Oficial: www.donniedarko.com
Estúdio: Gaylord Films / Flower Films / Adam Fields Productions / Pandora Cinema
Distribuição: Newmarket Film Group / Flashstar
Direção: Richard Kelly
Roteiro: Richard Kelly
Produção: Adam Fields, Nancy Juvonen e Sean McKittrick
Música: Michael Andrews
Fotografia: Steven B. Poster
Desenho de Produção: Alec Hammond
Figurino: April Ferry
Edição: Sam Bauer e Eric Strand
Efeitos Especiais: Amalgamated Pixels

Elenco:
Jake Gyllenhaal (Donnie Darko)
Holmes Osborne (Eddie Darko)
Maggie Gyllenhaal (Elizabeth Darko)
Daveigh Chase (Samantha Darko)
Mary McDonnell (Rose Darko)
James Duval (Frank)
Arthur Taxier (Dr. Fisher)
Patrick Swayze (Jim Cunningham)
David St. James (Bob Garland)
Jazzie Mahannah (Joanie James)
Jolene Purdy (Cherita Chen)
Stuart Stone (Ronald Fisher)
Jena Malone (Gretchen Ross)
David Moreland (Diretor Cole)
Noah Wyle (Prof. Kenneth Monnitoff)
Drew Barrymore (Karen Pomeroy)
Katharine Ross (Dra. Lilian Thurman)
Mark Hoffman (Oficial de polícia)

Análise:

O filme conta a história de Donnie Darko, um garoto com problemas psicológicos entupido de remédios. Ele começa a ter alucinações com um coelho dizendo que ele tem que matar, queimar e destruir coisas, aterrorizando a cidade onde mora.

O filme possui um enredo rico de detalhes e mistérios. A premissa que parte, é de algo bem simples que vai tomando forma de algo bem mais complexo e inteligente conforme o filme vai passando, naturalmente. Chega a impressionar como o carisma dos atores nos faz envolver com a trama. Além do fato de serem carismáticos, suas personalidades são intrigantes e entram em contraposição com um clima psicológico obscuro criado pelos distúrbios de Donnie.

Lógico, para seguir um filme brilhante, o final surpreende e não deixa a desejar. Uma boa pedida para os fãs mais esdrúxulos de cinema.

No final de tudo, eu só peço uma coisa. Não estraguem um dos meus filmes prediletos!!! POR FAVOR!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

E o troféu vai para...Batman!!

1 comentários
Acabei de assistir ao Peoples Choice Awards desse ano, não muito interessado nos resultados que se sucediam...até que minha euforia veio a tona com mais prmiações sendo dadas ao melhor filme de 2008 (pelo menos na minha concepção e de 90% do planeta): Batman: the Dark Knight.

Foram cino troféus entregues ao filme, sendo eles: melhor filme, melhor filme de ação, melhor elenco, melhor parceria (Batman e Coringa) e melhor super-herói (Batman). Se Batman tivesse concorrido em todas, em todas eu o premiaria. Mas fico satisfeito com essas premiações, e mais feliz ainda fiquei quando o ator Christian Bale homenageou nosso eterno Coringa Heath Ledger dedicando-o um dos troféus. Ele mereceu...e só ficarei contente quando ele for premiado com o Oscar.


Outros destaques interessantes da premiação foram:
-Melhor série de Comédia: Two and a Half men
-Melhor série dramática: House (mas eu queria que CSI tivesse ganho)
-Melhor série animada de comédia: Simpsons
-Melhor estrela masculina: Hugh Laurie

Se quiserem conferir a lista completa dos vencedores, acesse o link abaixo:
http://www.pcavote.com/pca/history.jsp